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terça-feira, 30 de abril de 2024
terça-feira, 2 de abril de 2024
sexta-feira, 29 de março de 2013
Dn. Silvia Cardoso Ferreira da Silva
Sílvia Cardoso Ferreira da Silva nasceu no dia 26 de Julho, dia de S. Ana, de 1882, em Paços de Ferreira. Foram seus pais Manuel Umbelino Ferreira da Silva e Joaquina Emília da Conceição Cardoso. O pai, de fé simples mas profunda, era estimado pela generosidade e pelo espírito de sacrifício; a mãe era exemplo de dedicação à família e aos pobres. Foi baptizada no dia 4 de Agosto. Sílvia era a primeira filha do casal, a primeira dos quatro irmãos que
chegaram à maioridade. O nome sendo raro na família e no tempo lembra duas santas mulheres da história da Igreja, Sílvia de Constantinopla que no século IV combateu as heresias, e Sílvia mãe de S. Gregório Magno.
Fez a primeira comunhão aos 11 anos, no dia 23 de Abril de 1893. O Santo Crisma recebeu-o em 1903.
Estudou as primeiras letras com uma professora particular e depois, no Porto, o Colégio Inglês; e em Vila Nova de Gaia, o Colégio do Sardão, onde foi sempre aluna aplicada e bem classificada.
Durante o ano de 1913 preparou o seu casamento, mas a morte do noivo impede a realização do mesmo. Em 1917 participa em Tuy num retiro donde sai o gérmen do que deveria ser o seu futuro apostolado: a assistência às crianças pobres e aos doentes. Esta dedicação tão intensa é causa de em 1918 se contagiar pela febre pneumónica. Uma vez curada será sempre incansável no seu apostolado.
Sempre trazia consigo uma espécie de saco onde tudo cabia: rosários e devocionários, medalhas e folhetos, peças de roupa que vestiriam os pobres, crucifixos que seriam a última âncora de moribundos. Porque não se demorava muito no mesmo lugar, precisava daquele alforge para as suas explorações de andarilha de Deus. Era o alforge da caridade que se enchia aqui e além, conforme calhava, e ia esvaziar-se junto das camas dos hospitais, nas creches, nos patronatos, nas celas das prisões, nas salas da catequese, nos armazéns onde houvesse empregadas que precisassem de auxílio. Os pobres faziam parte da sua vida.
Se lhe batiam à porta, nunca precisavam de bater duas vezes. Batiam uma só, e logo se ouvia de dentro um "já vou" rápido, carinhoso e nítido. Dona Sílvia foi apóstola do verbo ir e do advérbio já. Era toda asas. Ir depois corresponde, a cada passo, a não valer a pena ir.
O bispo do Porto, D. António Augusto de Castro Meireles, tinha por Dona Sílvia a maior admiração e estima. Em carta de 5 de Dezembro de 1931, recomenda-lhe: "É preciso em tudo muito método e muita serenidade. Mas Dona Sílvia só adoptava um método: o deitar o coração pelo peito fora, direito a todas as desgraças ou problemas a que importa acudir. E acode, como ela diz: "É para mim um grande gosto caminhar com os olhos fechados, conduzida pela Providência; os seus desígnios são impenetráveis, mas sempre doces e suaves para os que n’Ela confiam".
A 21 de Janeiro de 1923, sob o patrocínio do Menino Jesus de Praga, inicia, na Casa de Sequeiros, do Concelho de Lousada, a Obra dos Retiros espirituais para leigos. Durante três anos, participaram nos retiros de Sequeiros 195 cavalheiros, 471 senhoras, 568 lavradeiras e criadas, 115 lavradores e operários, 13 Filhas de Maria, 19 professoras e 25 meninas. Gorada, porém, a Casa de Retiros de Sequeiros outras nascerão de norte a sul do país, sempre com grande proveito de quanto as frequentam.
Sílvia Cardoso via e amava as crianças. Via-as com a suprema ternura das suas estranhas pupilas descobridoras. Amava-as como se devem amar, na harmonia da Criação, como estrelas que despertam e como sementes que nascem. Dona Sílvia nunca estudara sociologia nem se especializara em qualquer método pedagógico, mas doutorara-se no amor do Evangelho. Quando encontrava as crianças estremecia toda interiormente, como se a tomassem as milagrosas surpresas de uma aparição. É que via nas crianças o Menino Jesus das palhas de Belém e das horas caladas de Nazaré. O Menino Jesus surgia-lhe maltrapilho e de olhos tristes, na aresta de uma esquina ou na poeira de uma praça. Confrangia-se-lhe o coração perante o espectáculo das crianças órfãs, abandonadas ou vagabundas. E se milhares de inocências não se destroçaram na vida foi porque Dona Sílvia lhes lançou a tempo as amarras dos seus braços inquebrantáveis.
Um dos aspectos mais relevantes da sua vida foi a sua piedade. Era mulher de piedade forte e profunda, de fé e esperança, responsável e disponível para a caridade. Membro fiel da comunidade eclesial, actuava dentro dela em obediência à Hierarquia, oferecendo-lhe a máxima colaboração, sem quaisquer reservas às suas indicações e aos seus apelos. Tinha a certeza da invencibilidade da Igreja, mas não se acomodava a posições estáticas, antes procurava servi-la na liberdade e no sacrifício.
Depois de Cristo era a Nossa Senhora que mais dedicava o seu afecto de piedade filial. Outras devoções particularmente gratas a Dona Sílvia foram a Sagrada Família, o Menino Jesus de Praga e Santa Teresinha do Menino Jesus.
No Verão de 1949 o seu corpo macerado começou a dar sinais da terrível doença que havia de vitimá-la. Dona Sílvia aceita a prova sem protestos, mas não consegue ocultar o avanço do mal implacável. Morreu na madrugada do dia 2 de Novembro de 1950. No dia seguinte, festa litúrgica de S. Silvia, foi o seu funeral.
domingo, 20 de maio de 2012
Diálogo de duas jovens cristãs
- Quem é tu que vens assim de mangas tão compridas, envolta nesta túnica talar, e de véu branco dominical?
- E tu, quem és, com essas vestes sem mangas e tão decotadas, e curtas ... de cabelos muito cortados?
- Sou uma cristã so século XX.
- E eu, uma cristã dos primeiros séculos de fé.
- Teu nome?
- Domitila, Águeda, Cecília, Inez, Filomena, como queiras chamar-me.
- O meu pode ser Haydée, Mimi, Zizi.
- Que nomes!
- Achas graça? Pois são muito eufônicos... e donde vens e para onde vais?
- Venho das catacumbas de Lucila. Passei a noite na cripta com os meus irmãos. Só na solidão e no silêncio da noite é que nos é possível, sem perigo, adorar a Deus.
- E vais ...
- Após pequeno descanso, visitar, na Suburra, uma escrava enferma, recolher o sangue e os despojos de uns mártires sacrificados hoje no Coliseu, cortar ramos de oliveira e apanhar flores para o seu túmulo (mártires). E tu?
- Volto de um baile social.
- E tu, quem és, com essas vestes sem mangas e tão decotadas, e curtas ... de cabelos muito cortados?
- Sou uma cristã so século XX.
- E eu, uma cristã dos primeiros séculos de fé.
- Teu nome?
- Domitila, Águeda, Cecília, Inez, Filomena, como queiras chamar-me.
- O meu pode ser Haydée, Mimi, Zizi.
- Que nomes!
- Achas graça? Pois são muito eufônicos... e donde vens e para onde vais?
- Venho das catacumbas de Lucila. Passei a noite na cripta com os meus irmãos. Só na solidão e no silêncio da noite é que nos é possível, sem perigo, adorar a Deus.
- E vais ...
- Após pequeno descanso, visitar, na Suburra, uma escrava enferma, recolher o sangue e os despojos de uns mártires sacrificados hoje no Coliseu, cortar ramos de oliveira e apanhar flores para o seu túmulo (mártires). E tu?
- Volto de um baile social.
- De um baile? Como as meninas pagãs do meu tempo? E social? Então a sociedade cristã vive agora a bailar? E o grande perigo para tua alma?!
- Isso mesmo pergunta meu confessor.
- É? ...
- Digo-lhe sempre que nenhum. São todos moços educados.
- Moços educados! Por fora e por dentro? ...
- Só posso ver-lhes o exterior.
- De sorte que te preocupas só com o que aparece!
- Sim, senhora...
- E tu, menina do século XX, te julgas, como Aquiles, invulnerável? Donde esta tua fortaleza? (para vencer a tentação)
- Faço as nove primeiras sextas-feiras, comungando nesses dias.
- Nove primeiras sextas-feiras para Jesus e os demais dias do mês para o mundo?
- !!...
- Nós comungamos todas as noites ... nas catacumbas.
- É muito comungar.
- É amar muito a nosso Senhor.
- Eu o amo também.
- Sei sim; nas nove primeiras sextas-feiras pela manhã.
- Vós viveis em tempos de perseguição. A Eucaristia é que é a vossa força.
- E a vós, menina cristã, ninguém vos persegue?
- Não!
- Não! E a vaidade? ... as amizades? ... as leituras? ... os espetáculos e cinemas ...? Olha, menina: os Mandamentos de Deus são invariáveis. E por que te vestes assim, com estes braços e colo tão despidos? Com estas vestes tão ...?
- Mas! ... é a moda.
- E porque não se veste como cristã?
- Achar-me-ão ridícula. Queres que me vista como tu, com uma túnica tão comprida e ampla, com este véu dominical?
- Só quero ver em ti menos transparências. Sabes gramática?
- Estudo para professora.
| Santa Cecília, virgem e mártire do século III |
- Muito bem. Pois os verbos transparecer, descobrir, adivinhar ... não se devem aplicar aos trajes da mulher cristã, nas suas relações com o corpo. Deve bastar-lhe o verbo cobrir ... Tu me compreendes.
- Perfeitamente.
- Não te alegres por te acharem de talhe delgado, de ... Rejubila-te quando te acharesm um anjo de pureza e de beleza sobrenatural. Compreendes?
- Sim, sim.
- Pois medita sobre tudo isso, e adeus, senhorita Mimi.
- Adeus, Cecília.
(Audi Filia - Pe. Geraldo Pires de Souza)
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O verdadeiro Católico e o herege
Extraído da obra Commonitorium de São Vicente de Lérins, abade do século V.
De tudo que temos dito, parece evidente que o verdadeiro e autêntico católico é o que ama a verdade de Deus e a Igreja, corpo de Cristo; aquele que não antepõe nada à religião divina e à fé católica: nem a autoridade de um homem, nem o amor, nem o gênio, nem a eloqüência, nem a filosofia; mas que depreciando todas estas coisas e permanecendo solidamente firme na fé, está disposto a admitir e a crer somente o que a Igreja sempre e universalmente tem crido. Sabe que toda doutrina nova e nunca antes ouvida, insinuada por uma só pessoa, fora ou contra a doutrina comum dos fiéis, não tem nada a ver com a religião, mas que melhor constitui uma tentação, doutrinado nisto especialmente pelas palavras do Apóstolo Paulo: "É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos." (ICor XI,19) Como se dissesse: Deus não elimina imediatamente aos autores de heresias, para que se manifestem os que são de uma virtude provada, ou seja, para que apareça em que medida cada um é tenaz, fiel, constante e nele mora a fé católica.
E verdadeiramente, apenas um vento de novidades começa a soprar, imediatamente se vê como os grãos coalhados de trigo se separam e se distinguem da casca sem peso, e sem grande esforço é arrancado fora de lá o que não é sustentado por peso algum. Alguns voltam imediatamente; outros, no entanto, transtornados e desalentados, temem perecer, mas se envergonham de regressar, espancados como estão e mais mortos que vivos; parece exatamente como se tivessem bebido uma dose de veneno que já não podem eliminar e que, ainda que não lhes mate logo, não lhes permite seguir realmente vivendo. Situação desgraçada! Quantas violentas aflições, quantas perturbações lhes assaltam! Já se deixam levar pelo erro como um vento impetuoso; já se recolhem em si mesmos, como ondas na tempestade, e são lançados na praia; outras vezes, com audácia temerária, dão sua conformidade ao que é errado; em outros momentos, sob o impulso de um medo irracional, se espantam até do que é verdade. Não sabem mais aonde ir, aonde voltar, não sabem o que querem, não sabem do que devem fugir, não sabem o que deve ser mantido e o que, ao contrário, deve ser rechaçado. E se ao menos soubessem que estas dúvidas e esta angústia de um coração vacilante são o remédio que a misericórdia divina lhes preparou! Por isto precisamente, afastados do porto seguro da fé católica, são sacudidos, golpeados, como imersos na tempestade, para que, recolhidas e amainadas as velas da mente, que estavam estendidas ao largo e desdobradas aos ventos infiéis das novidades, voltem a buscar morada no refúgio confiado de sua Mãe boa e tranqüila e, rechaçadas as ondas amargas e alvoroçadas do erro, possam alcançar a fonte de águas vivas e saltitantes e beber dela. Que "desaprendam" bem o que não fizeram bem em aprender; e que compreendam, de todos os dogmas da Igreja, o que a inteligência pode compreender; o que não podem compreender, que creiam.
segunda-feira, 19 de março de 2012
As Profecias de Santa Brígida
Santa Brígida nasceu em 1302 na majestosa província de Uppsala (Suécia), no Castelo de Finsta em Norrtälje. Seus pais pertenciam à uma Família Real, eram cristãos fervorosos e extremamente piedosos, em tudo conciliavam a fé com a vida. Era uma família admirada por toda a corte e até em outros reinos.
A pequena Brígida até os 3 anos de idade, não falava, de repente falou com facilidade e desenvoltura. Aos 7 anos de idade teve a sua primeira experiência mística: ela viu Nossa Senhora que lhe sorriu e colocou sobre sua cabeça sua majestosa coroa e depois desapareceu.
Com a idade de 10 anos depois de ouvir um sermão na igreja local sobre a Paixão de Cristo, ficou muito impressionada com as crueldades e terríveis sofrimentos. Alguns dias depois, teve uma visão de Cristo pregado na cruz, coberto de chagas, e o Senhor lhe disse essas palavras: “Olha em que estado me encontro, minha filha.” Ela perguntou: “Jesus quem te fez isto?” – Nosso Senhor respondeu: “Aqueles que me ofendem e não querem o meu amor”. Essa visão deixou uma profunda e indelével marca em seu coração.
Também aos 10 anos, experimentou a dor da separação, sua Mãe adoece gravemente e falece em 1312. Seu pai sentindo-se desorientado, enviou a pequena Brígida a casa de sua cunhada Catarina, em Aspanäs.
Segundo Santa Brígida, e por revelação Divina, fundou-se em Vadstena um Monastério e, mais adiante, a ordem do Santíssimo Salvador. Seu ministério apostólico compreendeu sua austeridade, sua devoção e peregrinação aos Santuários, sua severidade consigo e sua bondade com o próximo e sua entrega e sua entrega total aos cuidados dos pobres e doentes.
Ao completar 14 anos de idade, e atendendo as ordens de seu pai e parentes casa-se com Ulf Ulväsa, príncipe da Nércia. Foi com quem viveu um matrimônio feliz por 28 anos e como frutos desse casamento tiveram 8 filhos (4 meninos e 4 meninas).
Carlos, o mais velho, tornou-se homem de vida desregrada. Dois meninos morreram ainda crianças e o quarto era Gudmaro. As mulheres se casaram, porém a terceira ficando viúva tornou-se religiosa e santa e foi canonizada como – Santa Catarina da Suécia (rogai por nós!) e a quarta entrou para a Ordem de Cister, também como religiosa.
Santa Brígida com seu marido, realizaram muitas peregrinações a lugares santos, inclusive a Santiago de Compostela. Em comum acordo, fazem votos a Deus e a ele se consagram interamente. Foram morar em uma humilde casa perto do Mosteiro de Alvastra. Contudo, Ulf é acometido de grave enfermidade e não suportando, vem a falecer no ano de 1344. Santa Brígida permanece na mesma casa por mais 4 anos em oração e penitência.
Foi nessa época, e depois de distribuir todos os seus bens, que as visões se tornaram mais numerosas e freqüentes. As revelações divinas não eram mais através de sonhos, mas sim quando estava desperta e em oração. Muitas vezes ficava em êxtase.
Certa vez Jesus lhe disse: "Brígida o que eu te falo, não é somente para ti, ... Mas por meio de ti falarei ao mundo." Santa Brígida era a primeira na sucessão real, era Princesa Real de Suécia. Todavia, invocando o Espírito Santo consegue se esquivar da realeza para se dedicar unicamente ao Reino de Deus.
As visões e revelações de Santa Brígida se referiam aos assuntos mais polêmicos de sua época; muitos reconheceram que graças a essas visões muitos acordos de Paz foram firmados, acertos políticos entre estados, se deram graças as revelações de Brígida. Todas essas visões foram escritas em latim pelo prior do Mosteiro de Santa Maria, Pe. Pedro de Skninge, era o confessor e confidente de Santa Brígida.
Em 1349, Santa Brigída viajou para Roma a fim de conseguir autorização do Papa para fundar a nova ordem. Enquanto aguardava a volta do Papa de Avijnon, ela foi residir perto da Igreja de São Lourenço e nas imediações esmolou em favor dos pobres e necessitados.
Foi nesse tempo de espera que visitou Assis, Nápoles etc. Somente em 1368 conseguiu de Urbano V, que depois de varias modificações; a aprovou das regras.
Em 1371 viajou a Terra Santa, regressou a Roma em 1373, e já estava com 71 anos, Santa Brígida sente suas forças desaparecer, vindo a falecer logo em seguida; foi sepultada na Igreja de São Lourenço, em Roma. Mais tarde seu corpo é transladado para a Suécia em atenção ao seu pedido. Em 1377, foi publicada a primeira edição da obra “Aparições Celestiais”. Santa Brígida foi canonizada em 1391, e elevada a categoria de patrona da Suécia e Copatrona da Europa.
O Tempo Presente e as Profecias de Santa Brígida.
Nosso Senhor a Santa Brígida referindo-se aos Últimos Tempos, disse:
“...40 anos antes do ano 2000, o demônio será deixado solto, por um tempo. Um sinal dos eventos que marcarão o fim dos tempos”, continua Santa Brígida, “será: Os sacerdotes deixarão de usar hábito santo e se vestirão como pessoas comuns; as mulheres se vestirão como os homens e os homens como as mulheres”. “…Esta é a hora de Satanás, que tem a infame intenção de destruir a Minha Criação. Grita, a alta voz, Minha filha, porque esse dia está próximo e Satanás apressa-se a devastar nação a nação. O Meu Coração está despedaçado…”
O restante das profecias de Santa Brígida é facilmente encontrado na internet, contudo, todo cuidado é pouco com o restante do conteúdo dos sites que as contém.
Por: SPES
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